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quarta-feira, 21 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Aspectos da Pré-história
Domínio do fogo
O fogo foi uma das maiores conquistas da Humanidade. O Homo erectus aprendeu a produzi-lo e a mantê-lo: friccionando dois pedaços de madeira de dureza diferente e fazendo girar um sobre o outro - fogo por fricção; ou batendo com duas pedras uma na outra - fogo por choque.
O fogo permitiu ao Homo erectus afastar os animais selvagens, aquecer e iluminar o interior das cavernas, cozinhar alimentos, fabricar instrumentos e facilitar a comunicação em grupo.
O fogo permitiu ao Homo erectus afastar os animais selvagens, aquecer e iluminar o interior das cavernas, cozinhar alimentos, fabricar instrumentos e facilitar a comunicação em grupo.
O domínio do fogo, foi, provavelmente, o primeiro passo na emancipação do Homem da servidão do ambiente.
A Economia Recoletora
Para assegurarem a subsistência, os primeiros homens limitaram-se a utilizar os recursos naturais: da terra obtinham sementes, vegetais, raízes, mel, insectos e pequenos animais que pudessem apanhar à mão; dos rios e dos lagos tiravam os peixes.
Mas sucessivas alterações climáticas provocaram, muitas vezes, a escassez destes alimentos, levando os homens a deslocarem-se de região para região, na perseguição de animais de grande porte, próprios de climas frios (mamute, bisonte, rena e cavalo). As técnicas de caça eram variadas: cerco dos animais, batidas, armadilhas. Eram, por isso, nómadas e este tipo de economia denomina-se economia recolectora. Há ainda povos cuja economia se assemelha muito aos povos recolectores do Paleolítico.
Pinturas Rupestres
Foi através das pinturas rupestres que os arqueólogos (pessoas que estudam coisas antigas, especialmente do período pré-histórico, quando o homem ainda não conhecia a escrita), puderam estudar vários aspectos dos seres humanos dessa época como viviam, o que faziam, do que se alimentavam, e principalmente a localização das regiões onde habitavam.
A arte rupestre segundo hipóteses levantadas pelos arqueólogos era uma das maneiras que eles usavam para se comunicar uns com os outros. Pinturas rupestres: Os grupos humanos do período paleolítico procuraram registrar seu modo de vida, seus costumes. Assim, os homens mais antigos, que viviam em cavernas, desenharam e pintaram em suas paredes cenas da sua vida que atravessaram milhares de anos e chegar aos nossos dias.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
REAL FORTE PRINCIPE DA BEIRA
Real Forte do Príncipe da Beira
(1776-1783)
Os constantes conflitos entre portugueses e espanhóis, que remontam ao Tratado de Tordesilhas, e, constantemente desrespeitados pelos portugueses devido a falta de interesse espanhol em explorar a região, agrava-se ainda mais após o fim da União Ibérica (1640), e a descoberta de ouro no Vale do Guaporé.
Os portugueses cada vez mais se firmavam no Vale do Ouro, assegurando suas conquistas na região, que foi garantida pelo Tratado de Madri (1750), entre Portugal e Espanha, que reconhecia legalmente as pretensões portuguesas sobre a Bacia Amazônica.
Nesse contexto, a ordem da Cora portuguesa era construir fortes para proteger seus limites, coibir o tráfico ao longo dos rios Guaporé e Madeira e auxiliar os navegantes em busca de ouro, índios e drogas do sertão.
Em virtude destes atritos e para garantir a soberania portuguesa na região, foi construído em 1760 o Fortim de Nossa Senhora da Conceição, cuja fragilidade levou os espanhóis a tentar sua conquista.
No governo de João Pedro da Câmara foi remodelado, mudando posteriormente o nome no governo de D. Luis Pinto de Souza Coutinho (1768-1771) para Forte Bragança.
O Forte Príncipe da Beira, construído entre 1776-1783 no sistema Valban, tendo como engenheiros, Domingos Sambucette, que morreu de malária e foi substituído pelo Sargento-mor Ricardo Franco de Almeida Serra.
Com uma área de 970 metros e muralhas com 10 metros de altura, contendo quatro baluartes com 14 canhões cada, totalizando 56 canhoneiras, representava a imponência portuguesa na região.
Os baluartes denominavam-se Nossa Senhora da Conceição (voltado para o Oeste), Santa Bárbara (voltado para o sul) – adjacente ao rio Guaporé, Santo Antônio de Pádua (voltado para o Norte) e Santo André Avelino (voltado para o Leste).
As pedras para a construção foram obtidas no próprio local, a Cal em Belém do Pará, Albuquerque e Corumbá (MT), a artilharia veio de Lisboa via Belém do Pará, uns chegaram pela rota fluvial Amazonas-Madeira-Guaporé e outros pelas Amazonas-Tapajós-Guaporé.
O primeiro comandante do Forte Príncipe da Beira, foi o Capitão de Dragões, José Melo da Silva Vilhena.
Com a decadência do Império Espanhol e a crise da mineração, o Forte Príncipe da Beira caiu no abandono. Foi redescoberto pelo Marechal Rondon e teve seu tombamento histórico em 30 de novembro de 1937.
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